Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Dezembro 19 2010

Um sorriso… 

  

Um sorriso é o que se sente,

do que vai no coração,

seja  aberto e  transparente

ou  discreto na emoção…

 

Se é  amarelo, é diferente

do que é satisfação,

que aquilo que a gente sente,

no sorriso é sensação…

 

O sorriso é uma forma

de aos outros comunicar,

seja ou não para agradar,

  

em simpatia se torna…

E afinal é só por isso,

que é tão bom ter um  sorriso

 

ANTÓNIO BOAVIDA PINHEIRO

 

 

Poema classificado em 1º Lugar, na modalidade de Poesia, no IX Concurso Literário “CLEBER ONIAS GUIMARÃES” – São Paulo – Brasil – 2010.

 

publicado por appoetas às 18:32

Dezembro 19 2010

  

 

 

 Nos versos brilhantes da lira,
O meu coração vibra e delira.
Com um esplendor de formosura,
No luar da noite de beleza pura !

No amor as desilusões desvanecem,
Sobre nossa alma os sonhos descem.
Então nesse sonhar só vemos beleza
Porque Deus o colocou na natureza !

Nascemos para a amar a humanidade
E fomos premiados pela divindade.
Nos deu a paixão da alma mais pura
O doce atrativo da bela formosura !

Na vida pedaços da divina brandura,
Que no amor nosso coração murmura.
Vagamos pelo etéreo tempo agreste,
Que por obra divina nossa alma veste !

Um dos outros somos eterno lume,
Tem em nossa alma calcado seu nome.
O amor paternal e o amor fraternal
Tem sua obra no respaldo divinal !

O amor que Deus nos premiou
E o ser humano com ele sonhou.
É o amor do casal e o da amizade
E ficará para sempre na eternidade !

A vida que nos foi presenteada,
Deverá sempre ser celebrada.
Vivemos há milhões de séculos infindos
E pelo amor deveremos ficar unidos !

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO
Casa do Poeta de São Paulo
Movimento Poético Nacional
Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores
Academia Virtual Poética do Brasil
Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.
Ordem Nacional dos Escritores do Brasil
Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

publicado por appoetas às 17:56

Dezembro 19 2010

 

Aos meus netos

 

Olhei para ti dormindo

Tão calmo, tão sossegado

Que pensei p'ra mim sorrindo,

Com ar assim tão sereno,

Jesús estaria a teu lado!

 

Talvez um anjo do Céu

Estivesse ao pé de ti,

Ou a Virgem com o seu véu

A cobrir o corpo teu,

Também estaria ali!

 

Então o meu pensamento

Voando logo até Deus,

Lhe pediu nesse momento,

Jesus guia os netos meus.

 

Dá-lhes um mundo de amor

Não descures um momento,

Eu vos peço meu Senhor!

 

 

Albina Dias

 

publicado por appoetas às 17:32

Dezembro 19 2010

Folia da Póvoa

 

 

Ó Póvoa menina,

Ó nobre cidade,

Sempre com orgulho

O teu povo há-de

Mostrar como é grande

O amor que sente

Pela tradição desta nossa gente.

Cidade de encanto,

De sonho e magia,

Os teus filhos sabem

Mostrar alegria,

Olhar com orgulho

O nosso passado

E, na folia da Póvoa,

O ver retratado.

Ele sente no peito

Este mar que adora...

É povo que ri,

Mas que também chora!

Quantas vezes sente

A alma sangrar,

Quando um filho seu

É levado pelo mar,

Este mar que é vida,

Que lhes dá o pão,

Mas que tantas vazes

Também é ladrão!

Póvoa, tu és uma prece

Na boca dum crente

E orgulho e carinho,

O que a gente sente.

Por isso os teus filhos

Te cantam assim!...

Viva a Póvoa!

Viva a Póvoa!

Viva a Póvoa de Varzim!...

 

Albina Dias

 

publicado por appoetas às 17:28

Dezembro 19 2010

Vagabundo

 

 

Não passas dum vagabundo

Porque andas deambulando

Pelas ruas desta cidade...

Sentado, nesse banco de jardim,

Acendendo um cigarro

Das beatas que apanhaste,

Tu passas a vida assim...

E eu pergunto, cá p'ra mim,

Se foi esta aquela vida,

Que tu um dia sonhaste!

Cresceste, sem nunca teres um carinho

Desde criança, sozinho,

Nascido da pouca sorte,

Sem pai, sem mãe, sem ninguém,

E sem amigos também,

Não encontraste o teu norte!

Buscaste a felicidade

Sem nunca a teres encontrado,

Pois pão, amor e carinho,

A vida te tem negado!

Mas tu és humano e igual,

Também tens um coração,

E eu pergunto, afinal,

Se alguém te estendeu a mão!

Chamaram-te vagabundo,

A ti, que vieste ao mundo,

Sem carinho de ninguém

Sentado ao frio,

Nesse banco de jardim...

Eu penso, cá para mim,

Se quem te tornou assim

Não é vagabundo também!

 

Albina Dias

 

publicado por appoetas às 17:25

Dezembro 19 2010

Menino  rico menino pobre

 

  

Menino que ri,

Menino que chora,

Menino que brinca,

Menino que implora!

Menino que brincas,

Na berma da estrada

Enquanto uns têm tudo,

Tu vives sem nada!

Enquanto alguns

Pensarem só em si,

Há muitos que choram,

E poucos que riem.

Menino que ris

Olha p'ra quem chora

Dá-lhe um pouco do que tens

que o mundo melhora.

O mundo é vosso...

Crianças dai as mãos

Pensai que para Deus,

Todos são irmãos! 

 

Albina Dias

 

publicado por appoetas às 17:19

Dezembro 19 2010

 

Veneno, maldade, guerra,

Consumismo, lutas, vaidade.

As doenças que há na terra,

Minam a humanidade,

Geram a paz doentia,

A ira, a monotonia.

 

O sacrifício, a miséria,

O altruísmo, a incerteza.

A prostituta, a mulher séria,

O enfeite da burguesa.

Que despreza tudo e todos,

Seus caminhos são rios, lodos.

 

Vivamos com amizade,

Sem pisar o semelhante,

Na maior simplicidade,

Tudo é mais gratificante.

Cultivemos o bem em vez do mal,

E todos os dias serão Natal.

publicado por carlos cardoso luis às 15:10
editado por appoetas às 17:18

Dezembro 19 2010

(Acróstico)

  

Vivem-se tempos difíceis

Operam-se transformações...

Tira-se ao pobre o que tem

O pouco que o pobre tem

Sacrificando-lhe os sonhos!

 

Deixem que chovam sorrisos

E cresçam cravos de esperança!

 

Façam calar os trovões

Enquanto o sol não desperta!

Lançem balões com poemas

Içem bandeiras com flores e

Zarpem rumo ao amor.

 

Não matem versos nem trovas

Antes que bocas os cantem!

Tragam nos olhos verdades

Antes que a noite as apague com

Làgrimas de falsidade.

 

Pensem na vida e na luz

Antes que a vossa se vá;

Rezem a Deus se souberem

Amem o mais que puderem!

 

Tenham nos pés a certeza

Onde e o que querem pisar...

Dedos que apontem mas saibam

O ponto certo a apontar

Sem recear os algozes que, à força, os possam cortar.

 

Vivam a vida! Deixem-se seduzir pelo espírito natalício e

Ousem sonhar antes que os sonhos vos roubem porque, como disse o poeta, o

Sonho comanda a vida, a vida é palco de luzes e Natal sempre que a gente quiser!

 

Albertino Galvão (Natal 2010)

publicado por palavrasaladas às 10:13

Dezembro 19 2010

AH ! MEU DEUS SE EU SOUBESSE !

 

1-

Ah! meu Deus se eu soubesse,

Que na vida tudo emudece.

Mudaria meu pensamento

E não teria nenhum abatimento !

 

2-

Na infância dos belos tempos,

Nunca tínhamos alguns lamentos.

Só pensávamos com brandura

Não sabíamos que a vida era dura!

 

3-

Amava os meus paisinhos,

Com amor e muitos carinhos.

Tudo na vida era formosura

E nos amavam com bela ternura !

 

4-

Ah ! meu Deus se eu soubesse,

Que depois tudo entristece.

Que haveria lôbregas tristezas

Outras idéias ficariam acesas !

 

5-

Ah! Meu Deus se eu soubesse,

Que no coração não se meche.

Com o amor e a saudade

Só mais tarde senti a verdade !

 

6-

Nunca mais eu vi meus pais,

E ficaram somente meus ais.

Foram embora p’ra eternidade

E na lembrança ficou a bondade !

 

7-

Meus lamentos ninguém escuta,

No pensamento só há muita luta.

Viverei milhões de séculos

Mas,que não sejam funestos !

 

8-

Ah! Meu Deus se eu soubesse,

Que na velhice o amor existisse.

Não teria nenhum desalento

A perseguir meu pensamento !

 

9-

Belos tempos quem me dera,

Recordar e ter uma doçura.

O tempo recupera a agonia ?

Ou tudo seria uma fantasia ?

 

10-

Só quero na minha velhice,

Que p’ro passado eu olhasse.

E daquele amor eu lembrasse

Ah ! meu Deus se eu soubesse !!!

 

 ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

publicado por appoetas às 02:05

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